podcast valvulado
RSS icon Home icon
  • “Nothing is Original”

    Posted on January 15th, 2011 DJ Valvula 01 No comments

  • Mika (Válvula): “Kolmenolla”

    Posted on January 10th, 2011 Valvula 05 3 comments

    "Sarpaneva"

    1. Agoria feat. Carl Craig and La Scalars – “Speechless”
    2. Radio Slave – “I Don’t Need A Cure For This”
    3. Patrick Chardronnet – “Rythm & Soul”
    4. Tracey Thorn – “Why Does The Wind (Andre Lodemann Remix)”
    5. Levon Vincent – “Invisible Bitchslap”
    6. LoSoul – “Btw (Plein Soleil Remix)”
    7. Chaim – “U & Eye feat Meital De Razon (Extended Version)”
    8. Gregorythme – “Futurama”
    9. Terence Fixmer – “Dance Like Paranoid”
    10. Spirit Catcher – “Human Factor (Pol On Remix)”
    11. O V R – “Descending The Left Corner”
    12. Levon Vincent feat. Jessica Elle – “The Thrill Of Acid (Levon Vincent Remix)”
    13. Anton Zap – “Taj Mahal”
    14. Stewart Walker – “Shipwrecked”
    15. Sokeriton – “Landellianas”
  • In FLASH we TRUST

    Posted on December 28th, 2010 DJ Valvula 01 No comments

    In FLASH we TRUST.

    Melhor do que uma festa de fim de ano só mesmo duas. Ao mesmo tempo então, melhor ainda! É nesse clima que a TRUST e o coletivo I Hate Flash fazem em parceria uma mega festa para se despedir de 2010, dia 30 de dezembro no Espaço Acústica.

    Com três andares, capacidade total para mil pessoas e uma excelente estrutura de som e luz, o Espaço Acústica traz novos ares ao centro antigo do Rio de Janeiro.

    A pista interna fica a comando dos Flash Haters Fernando Schlaepfer e Marcelo Mattina, que tocam com os outros do coletivo e muitos, muitos convidados que participarão da bagunça.

    Já o charmoso terraço com uma bela vista para a Praça Tiradentes será ocupado pelos Dj’s Residentes da TRUST Maurício Lopes e Cau Lopez, que recebem o Dj Pedro Piu e os Djs do Coletivo Válvula Mikael Virkki e Ivan Lp como convidados.

    PISTA 1 – I Hate Flash

    Database ( SP )
    La Bombación
    Fernando Schlaepfer
    Ooh La La Satan
    FDP DSGRÇD
    Deaf Beats
    Smirk = Revenge
    Truculência Crew

    PISTA 2 – Terraço Trust

    Mikael Virkki e Ivan LP – Coletivo Válvula.
    Cau Lopez – Trust.
    Mauricio Lopes – Trust.
    Pedro Piu – Shake your Rampa.

    ESPAÇO ACÚSTICA
    Praça Tiradentes nº 2 e 4 – Centro, RJ.
    Tel: 21.2232-1299

    30 DE DEZEMBRO DE 2010 às 23h.

    ENTRADA: R$30,00 até as 2h e R$50,00 após.

    CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos.

    SERÃO ACEITOS TODOS OS CARTÕES DE CRÉDITO E DÉBITO.

    PRODUÇÃO: TRUST e I HATE FLASH.

    –> O EVENTO OCORRE MESMO COM CHUVA.

  • MOO 6 ANOS COM WHOMADEWHO

    Posted on December 8th, 2010 Valvula 05 No comments

    Bruno: sempre ativo, observando tudo ao redor e preocupado em manter o andamento da festa. Diogo: a observar seriamente, para logo em seguida sorrir com ironia. Eduardo: altivamente, sem afetação, tem um jeito sério, que beira a timidez. Desse trio de qualidades bem distintas surgiu o projeto de festa mais ousado que o Rio de Janeiro teve a oportunidade de conhecer, não só pelos artistas presentes ao longo dos últimos 6 anos, mas também pelo esmero com que elementos-chave (som, ambiente e projeções) são tratados, sem deixar de lembrar as filipetas sempre muito bem elaboradas e a equipe por trás desse trio que vai desde a porta da festa até os mínimos detalhes.

    Foram 6 anos de festas comandadas por DJs brasileiros e internacionais de qualidade indiscutível e de relevância para a música eletrônica. Do techno, passando pelo minimal, pela disco até o acid house ouviu-se de tudo nesses três quintos de década.

    Felizmente, o carioca que curte música boa pode bater no peito e declarar com orgulho que viu Richie Hawtin, Gaiser, Mathew Jonson, Luomo, Anthony Rother, Steve Bug, Cobblestone Jazz, Prince Language, Osborne, Luke Solomon, Richard Sen, Sneak Thief, Magda, Oscar Mulero, Daniel Wang, Morgan Geist, entre outros renomados DJs e produtores sem precisar viajar para muito longe.


    Nesta sexta, pela primeira vez, a MOO traz uma banda, WhoMadeWho, da Dinamarca. Além dela, tocarão nas Casas Franklin nesta edição comemorativa os residentes, Eduardo e Diogo, e o convidado Luke Howard, do Horse Meat Disco.

  • Mika (Válvula): “Garrafa de Klein”

    Posted on November 14th, 2010 Valvula 05 No comments

    Klein Bottle Opener_Bathsheba_Grossman

    Arandel – “In D (#7)”
    Losoul – “Vacuum Stance (Motor City Drum Ensemble Remix)”
    Mist Works – “Common Question (Dairmount & Berardi Perspective)”
    John Berg – “Stabs”
    Death in Vegas – “Reigen”
    Ectomorph – “Breakthrough”
    Sebastien Bouchet – “Imbalance”
    Populette – “Populace”
    Orange Muse feat. Ania – “Psychedelic Behavior (Rocco Deep Mix)”
    Etienne de Crecy – “Binary (Clap Rules Remix)”
    Murphy Jax – “It’s the Music (Alden Tyrell Remix)”
    Thomas P. Heckmann – “It’s Not Over”
    Sascha Funke vs. Nina Kraviz – “Moses”
    Conforce – “Grace”
    Sascha Dive – “The Get Out of the Ghetto Blues”
    Sokeriton – “Mode Off”

  • Victor Matina, em sua primeira individual intitulada ‘Dublê’

    Posted on November 9th, 2010 DJ Valvula 01 No comments


    A Pequena Galeria do Centro Cultural Candido Mendes (centro) apresenta Victor Matina, em sua primeira individual intitulada ‘Dublê’ de 16/11 a 03/12. Utilizando a própria pintura como um meio de atenuar a potência comunicativa das imagens, Mattina cria obras cujos significados se apresentam de maneira sutil e, por vezes, inócua para que em seguida se revelem aterradoramente reais e inexplicáveis. Através da captura de imagens aparentemente banais advindas da internet, televisão, jornais, revistas e cinema, o artista, que vive e trabalha no Rio de Janeiro expõe nesta mostra, obras cujo foco varia do mimetismo acidental de uma platéia de um programa de televisão, da ressignificação de objetos triviais a partir da renomeação sistemática até a morte falsa no cinema versus o uso de chamarizes bélicos reais.

    Inauguração: 16 de novembro, terça-feira, das 18:30 às 21:00.

    Exposição: 17 de novembro a 3 de dezembro de 2010

    Horário: 2ª à 6ª de 12h às 19h

    Pequena Galeria

    Rua da Assembléia 10, subsolo, centro

    Rio de Janeiro

    Tel: (21) 3543 – 6436

    www.candidomendes.edu.br

    artecentro@candidomendes.edu.br

    Apoio: Visual Color

  • DO HAUZE – 6/11 – Edição Young Guns!

    Posted on November 4th, 2010 Valvula 05 No comments

    Presença valvulada na próxima DO HAUZE no Dama de Ferro neste sábado.

  • RESISTÀNCE !

    Posted on October 6th, 2010 DJ Valvula 01 No comments

  • Por onde andam nossos ídolos do Italo Disco?

    Posted on September 29th, 2010 Dj Valvula 02 No comments

    Felli, do grande sucesso Diamond in the Night, de 1983, ainda se apresenta em grandes eventos, como a Festa da Batata em Lenno.

    Fred Ventura, o eterno, está em ótima forma, trabalhando incansavelmente pela causa. Vejam só ele cantando o clássico absoluto Body Heat. Ele está ótimo como sempre, já a moça que escalaram para acompanhá-lo cansa um pouco.

    Em parceria com o Jupiter Black, ele nos presenteou com Hold Me, uma belíssima jóia do Italo contemporâneo.

    Encontre mais artistas como Jupiter Black em MySpace Music

  • Ecologia Acústica

    Posted on September 23rd, 2010 Dj Valvula 02 No comments

    A questão do ecossistema sonoro em que estamos mergulhados já é discutida há muitas décadas. As cidades e suas máquinas causaram um grande impacto na nossa percepção. Alguns, como os futuristas do início do século XX, se deliciavam com esse novo ambiente repleto de estímulos nunca antes percebidos. Sinal da evolução humana, sua aproximação com a tecnologia e as máquinas, o futuro se materializando. Já outros eram críticos severos dessa avalanche de ruídos da metrópole, poluição acústica que embrutecia os sentidos. Há a recorrente comparação entre o desenvolvimento da percepção visual e acústica. Muitos acreditam que se tivéssemos tido uma preocupação e apuro estético maior com o que entra pelos nossos ouvidos, talvez não permitíssemos tamanha quantidade de “lixo acústico” se acumulando no ambiente. Já li em algum texto que o design poderia ser o responsável por esse desenvolvimento da nossa cultura visual. Acho controverso. Não acredito muito, especialmente hoje, nessa distinção qualitativa entre estímulos visuais e acústicos. Hoje, estamos sobrecarregados de estímulos. Tanto um quanto outro está repleto de ruído.

    Preocupados com o acúmulo cada vez maior de impurezas no nosso ecossistema sonoro, um grupo de ativistas fundou o World Forum for Acoustic Ecology. Criado em 1993 e formado por pessoas de diversas áreas do conhecimento, o grupo discute a nossa paisagem sonora e seus impactos. Seu posicionamento é claro. São contrários ao ruído urbano, que acreditam ser um causador do  “mal-estar contemporâneo”. Pode até ser…

    O ruído é justamente o que eu queria discutir aqui. Seria realmente esse ruído urbano o responsável pelo embrutecimento dos sentidos? Pergunta delicada. Um som por si só pode ser classificado como maligno? Certamente não. É claro que se tal som estiver nos limites extremos do espectro sônico, causará incômodo ao indivíduo. Ainda assim, não acredito que possa ser chamado de maligno. Na cidade, sem dúvida há sons muito intensos e contínuos. Sons que não encontram similar em nenhum outro lugar. Isso não quer dizer que na floresta, por exemplo, não exista ruído. O zumbido dos insetos pode muito bem ser considerado como white noise. O drone dos grandes rios em movimento pode alcançar intensidades incríveis, ensurdecedoras.

    Muito comum também é a comparação entre o sentido da audição de um sujeito que passou toda a sua vida na cidade grande e outro que vive no ambiente rural. Os “ecologistas acústicos” afirmam que um sujeito do campo é capaz de distinguir uma infinidade de sons. É capaz de reconhecer ambientes apenas pelo som que emitem. Esse desenvolvimento do sentido auditivo, essa sintonia fina do ouvido, se daria por conta do ambiente mais silencioso e “limpo” em que vive.  Por outro lado, o indivíduo urbano, bombardeado desde o nascimento pelo “entulho acústico”, perde a sensibilidade, como o operário que passa toda a vida de ferramenta em punho e perde a delicadeza do tato. Mais uma vez, delicada e controversa comparação.

    Para concluir, acredito que precisamos sim desenvolver um senso crítico, saber distinguir o que entra pelos nossos ouvidos. Importante também é não se deixar influenciar por valores subjetivos estabelecidos por outros e sim desenvolver seus próprios juízos de valor em relação aos sons que nos rodeiam. É importante estar atento, saber diferenciar os diferentes estímulos e, se assim o desejar, usá-los a seu favor, aproveitá-los da melhor maneira.

    O exercício da escuta é fundamental e pode ser realizado tanto no campo quanto na cidade.

    Esse post se encerra com uma peça do artista sonoro espanhol Francisco López, um crítico da “ecologia acústica” pregada pelos membros da WFAE.